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7 maneiras de reinventar os negócios no Brasil, segundo a IBM

A tecnologia já está incorporada à vida das pessoas e empresas e passou, na última década, a ter um papel primordial. Na economia digital, as companhias estavam em processo de reinvenção. Mas com a pandemia causada pela Covid-19, a transformação digital, que era um objetivo de longo prazo, tornou-se a chave do futuro.

“Se a transformação digital já era uma realidade, agora, mais do que nunca, ela será essencial às empresas em qualquer estágio de sua jornada. Ao cuidar das pessoas em primeiro lugar, seguimos o trabalho com nossos clientes para apoiá-los em suas necessidades mais urgentes, para que sigam gerando valor. A tecnologia é uma forte aliada e tem o poder de gerar um impacto positivo para a sociedade. Se soubermos como usá-la da melhor forma veremos os resultados em todas as indústrias”, afirma o gerente geral da IBM Brasil, Tonny Martins.

Neste cenário da pandmeia, a IBM aponta que as empresas estão enfrentando sete necessidades, que podem ser divididas em três pilares: o urgente, o que agrega valor e o que permeia tudo: as pessoas. Acompanhe das dicas.

O urgente

1) Resiliência de TI e continuidade dos negócios

De acordo com o Global Workplace Analytics, antes da Covid-19, apenas 3,4% da força de trabalho global normalmente trabalhava em casa pelo menos a metade do tempo.

“As empresas hoje têm a urgência de ter as ferramentas, a tecnologia e as habilidades certas para enfrentar o aumento da demanda tecnológica gerada pelo fato de ter a sua força de trabalho atuando remotamente. Ter um ambiente de TI flexível e resiliente – infraestrutura, serviços e nuvem híbrida – será a chave para garantir a continuidade de seus serviços e dos negócios”, diz o vice-presidente de Systems da IBM Brasil, Felippe Melo.

As organizações devem adotar uma infraestrutura e serviços sólidos baseados em nuvem que sejam:

1. Robustos, capazes de processar dados de maneira rápida e eficiente;

2. Ágeis, capazes de crescer com base na demanda comercial, para implementar rapidamente o trabalho de casa, para apoiar clientes e funcionários;

3. Seguros, para proteger dados comerciais e de clientes.

2) Cibersegurança

Segundo um relatório do Centro de Estudos Estratégicos e Internacionais e da McAfee, o setor de crimes cibernéticos custa ao mundo US $ 600 bilhões anualmente.

“O espaço para ameaças está crescendo exponencialmente e apresenta desafios de privacidade incomparáveis para pessoas, funcionários, cidadãos, empresas e sociedade. As organizações devem tomar medidas rapidamente para proteger e habilitar suas forças de trabalho remotas, detectar e responder a ameaças rapidamente e expandir virtualmente seus times de segurança para garantir a continuidade dos negócios; eles devem se tornar: ciber resilientes”, pontua o vice-presidente de Serviços de Tecnologia da IBM Brasil, Frank Koja.

As organizações devem proteger seus dados corporativos, habilitar a produtividade de seus usuários e cumprir as regulamentações do setor, permitindo que os funcionários remotos acessem todos os aplicativos desde um só lugar e se autentiquem em VPN, SO e aplicativos:

  • Proteger dispositivos móveis e usuários da força de trabalho e ter ambientes de expansão seguros;
  • Ajudar a detectar e responder mais rapidamente, gerenciar ameaças 24×7, responder a incidentes cibernéticos.
  • Ampliar virtualmente o equipamento de segurança e adicionar experiência.

Agregando valor

3) Acelerar a agilidade e eficiência com a nuvem

Segundo a IDC, em 2025, quase 50% das empresas na América Latina serão produtores abundantes de software e haverá mais de 90% dos novos aplicativos nativos na nuvem.

“A nuvem é a tecnologia que fornece valor por excelência. Com o trabalho remoto agora se tornando uma norma, o uso de aplicativos empresariais baseados na nuvem permitiu que funcionários remotos continuassem executando suas tarefas online. E, da mesma forma, os desenvolvedores continuam a escrever código e a criar aplicativos em ambientes em contêiner compatíveis com a nuvem, enquanto os aplicativos internos e voltados para o cliente, suportados pela AI, continuam funcionando porque são criados e gerenciados na nuvem”, diz o diretor de Hybrid Cloud Integration IBM Brasil, Guilherme Novaes.

A nuvem gera agilidade, escalabilidade e eficiência, simplificando o gerenciamento da infraestrutura de TI e oferecendo otimização de custos. A combinação fornece aos clientes um retorno sobre seu investimento em TI para esse momento e também para o futuro:

  • Hoje, permite dar acessos rapidamente a funcionários, parceiros e clientes;
  • A longo prazo, os clientes podem posicionar melhor suas organizações, desenvolvendo soluções com IA, Blockchain, segurança cibernética, IoT, analíticas, Edge e virtualização, entre outros.

4) Experiência do cliente

De acordo com estudo do IBM Institute for Business Value (IBV), pelo menos 82% das empresas em todo o mundo estão considerando adotar a IA.

“Por meio de tecnologias como Inteligência Artificial, podemos agregar valor aos processos simples que as empresas realizam para entrar em contato com seus clientes. Os assistentes virtuais combinam recursos diferentes, para gerenciar o conhecimento da empresa, fornecer resultados reais de negócios e evoluir o atendimento ao cliente para uma experiência totalmente diferente. Especialmente em momentos críticos, quando as pessoas precisam de suporte rápido, a transformação para uma Empresa Cognitiva pode ser o melhor aliado de empresas e governos”, afirma o vice-presidente de Global Business Services da IBM Brasil, Marco Kalil.

As empresas devem fornecer continuidade de negócios, reduzir tempos de espera e melhorar a satisfação do cliente, enquanto gerenciam o aumento significativo no volume de contatos. Especificamente, as empresas precisam:

  • Automatizar solicitações de serviço por meio de IA (assistentes virtuais);
  • Desviar canal de voz (telefone) para mensagens e chat;
  • Permitir que os agentes de atendimento ao cliente trabalhem em casa.

5) Reduzir o custo operacional e garantir a resiliência da cadeia de suprimentos

A IDC espera que os gastos com blockchain na América Latina sejam de US $ 200 milhões até 2023, onde a cadeia de suprimentos será uma das principais indústrias de desenvolvimento.

“Um grande desafio que as empresas enfrentam hoje é o forte impacto na cadeia de suprimentos, para clientes de todos os tamanhos. Tecnologias como Blockchain, AI, Cloud e IoT podem ajudar significativamente a toda a cadeia de distribuição, gerando o valor que as empresas precisam atualmente, para não interromper seus serviços e continuar a entregar produtos aos seus clientes finais”, comenta o vice-presidente de Vendas da IBM Brasil, Marcelo Braga.

As organizações devem se preparar para quando os materiais não sejam facilmente acessíveis ou para evitar interrupções significativas no desempenho da cadeia de suprimentos, usando a tecnologia para:

  • Fortalecer as redes globais da cadeia de suprimentos com blockchain e IoT, com informações em tempo real, permitindo melhor capacidade de resposta e interconexão no ecossistema da organização.
  • Desenvolver sistemas raiz em tecnologias emergentes, como a IA, para reduzir vulnerabilidades e manter a continuidade dos negócios em meio a interrupções.

A base de tudo: pessoas

6) Capacitar a força de trabalho remota e 7) Apoiar serviços de saúde e humanos

Essas necessidades só podem ser atendidas se tiverem a base mais importante e fundamental em primeiro lugar: as pessoas e a saúde. Por trás de todas as necessidades, demandas e soluções estão os cidadãos, trabalhadores e famílias que lutam para manter sua saúde física e mental, e continuam com seu trabalho, escola e atividades diárias.

A IBM além de ajudar os funcionários a trabalhar em casa com segurança e fornecer a eles as ferramentas digitais para ajudá-los a desempenhar melhor seus trabalhos, como líderes e, além disso, como líderes de TI, está levando a tecnologia para ajudar instituições médicas e pesquisadores a acelerarem o processo de descoberta para contribuir com a batalha global contra o coronavírus.

De acordo com a IBM, é preciso tirar proveito da tecnologia para colaborar com todo o ecossistema de serviços – alimentação, moradia, educação, transporte, medicina e governos – para desenvolver uma comunidade conectada, com a tecnologia à serviço dos cidadãos.

Foto: Getty Images

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