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Mais de 90% dos brasileiros pretendem comprar mais em 2022

Mais de 90% dos brasileiros pretendem comprar mais em 2022.

A descoberta faz parte de um levantamento feito pela fintech Trigg sobre as tendências de consumo neste ano.

Celulares, notebooks, carros e eletrodomésticos estão entre as prioridades de compra dos consumidores, que também fazem planos de gastar com turismo.

Mudança de comportamento

A pesquisa também reforça os indicadores sobre a mudança de comportamento do consumidor brasileiro.

Mesmo após o relaxamento de restrições à mobilidade impostas pela pandemia, as compras online seguem sendo a preferência de quatro em cada dez brasileiros.

Embora as lojas físicas continuem sendo a opção da maioria, 39,5% dos entrevistados responderam que pretendem usar o comércio eletrônico nas compras planejadas para 2022, com foco nos marketplaces.

“Observamos que alguns hábitos de consumo adquiridos na pandemia vão continuar. O brasileiro passou a ter mais confiança nas compras online e usa esse recurso como forma de facilitar a sua rotina. Além disso, ainda estamos em um período de cautela o que continua a ser positivo para esse tipo de compra. Os marketplaces também investem em ofertas, descontos e uma imensa opções de produtos, que acabam chamando a atenção do consumidor e oferecendo benefícios diferentes das compras físicas”, comenta o CEO da Trigg, Wellington Alves.

Frete e facilidade de pagamento importam

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Feita com 3,6 mil pessoas entre 4 e 11 de janeiro, a pesquisa mostra ainda que, em geral, os brasileiros consideram o custo de frete e a facilidade no pagamento, diferenciais importantes na hora de comprar.

Além disso, para quase 95% o cartão de crédito será a preferência de pagamento, seguido pelo PIX (2,61%) e o Cartão de débito (1,51%).

Sustentabilidade em pauta

 

Observando algumas tendências de mercado, a pesquisa também procurou analisar o olhar do consumidor por produtos sustentáveis.

30% da base disse que não pensa sobre o assunto, enquanto 23% tem interesse caso os produtos sustentáveis tiverem valor igual ou aproximado aos comuns e 22% diz que só optará por marcas sustentáveis se a opção for mais barata.

Foto: iStock

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