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Brasil em Código: Bizerba inova no mercado com balanças inteligentes

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Clairton Araujo, da Bizerba. Crédito: divulgação

Com presença global em mais de 120 países, a Bizerba completará 160 anos de história em 2026 e, em 2025, completará 10 anos de presença no Brasil.

Nessa trajetória, a empresa se consolidou como líder global em sistemas de pesagem e etiquetagem dinâmica para alimentos frescos, secos, entre outras aplicações.

“Dispomos de muitas soluções combinadas e integradas com indústria e varejo, com destaque para a inteligência de software, pesagem, etiquetas, sistemas de inspeção Raio-X, e claro, no varejo, nossas inigualáveis balanças, fatiadores de frios, carnes e pães, etc”, exemplifica o diretor da Bizerba do Brasil, Clairton Araujo, reforçando que o portfólio de soluções da companhia não se limita apenas ao setor alimentício.

“Temos muitas soluções para o setor frigorífico, agro, logística, supermercados, central de fatiados, entre outros”, enumera o executivo.

Balança de varejo será destaque no Brasil em Código 2024

A Bizerba participa do Brasil em Código desde 2023 e adorou a experiência e oportunidade de trocar experiências e networking com os presentes. “É sempre importante conspirar positivamente para evolução tecnológica do nosso País, procurando uma posição de destaque perante as demais potências internacionais”, pontua Araujo.

Para a edição de 2024 do evento, a empresa apresentará soluções de pesagem e etiquetagem, pois muitas empresas ainda sofrem com o processo de aplicação manual. E o destaque será a balança de varejo Q1.

“Esta balança conta com suporte remoto e com autosserviço técnico. Estamos determinados a revolucionar este mercado e aplicação de etiquetas inteligentes, incluindo o padrão 2D GS1 data link”, pontua o executivo da Bizerba.

E as expectativas com o evento, bem como com o setor, são as melhores possíveis. “O Grupo Bizerba deseja continuar investindo no Brasil e em países emergentes. Por aqui, estamos observando a inauguração e expansão de muitos novos negócios. Logo, pensamos que sem automação e sem tecnologia, o retorno do investimento a médio e longo prazo poderá ser diferente do idealizado”, reforça Araujo.

Foto: divulgação

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