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A terceira edição da pesquisa “Me, my life, my wallet” (Eu, minha vida, minha carteira) revelou que  81% dos brasileiros estão comprando mais online.

A pesquisa foi conduzida pela KPMG com mais de 18 mil consumidores de 16 países, regiões e jurisdições.

Ainda, segundo o estudo, mais da metade (58%) estão usando tecnologias diferentes das que estavam acostumados.

A pesquisa traz ainda que visitas às lojas de varejo tradicionais caíram 70%, com 56% das pessoas usando mais e-commerce de varejistas tradicionais para compras.

Já 53% estão acessando plataformas ou mercados online.

Confiança no varejo online

conceito de compra online em supermercado usando smartphoneNo varejo não alimentar, 57% dos entrevistados continuarão sendo consumidores digitais após a diminuição das restrições.

Já 39% consideram que as compras online são mais rápidas e oferecem mais variedade.

Outro dado é que a segurança digital é tão fundamental que o número de pessoas que se recusam a fornecer dados pessoais aumentou.

Estas pessoas representavam 9% dos entrevistados antes da pandemia, aumentando posteriormente para 13%.

Para o sócio-líder de Experiência do Cliente da KPMG no Brasil, Augusto Puliti, a pandemia mudou para sempre os comportamentos dos consumidores.

Eles estão mais seletivos em suas decisões. Os critérios deles são mais complexos e, antes de comprarem produtos e serviços, analisam marca, propósito, reputação, segurança, conveniência, integridade e confiabilidade.

Outro dado é que a pandemia fez com que empresas que de fato colocam os consumidores no centro do negócio e das estratégias se diferenciassem dos concorrentes.

“As empresas mais adaptadas à nova realidade terão resultados melhores, e prever o comportamento do cliente é determinante para a construção de relações positivas e rentáveis”, ressalta.

Novo perfil de consumo

  • 90% dos consumidores estão dispostos a pagar mais a um varejista ético;
  • 80% preferem comprar de marcas com ações que se alinham às suas crenças e valores;
  • 49% estão mais concentrados em poupar do que em gastar;
  • 40% preferem perder a carteira do que o telefone celular;
  • 40% das crianças gastam, em média, uma a duas horas por dia com o celular;
  • 34% dos consumidores de 10 a 14 anos de idade têm acesso a um telefone móvel;
  • 33% estão preocupados com a saúde pessoal;
  • 86% agora se concentram mais em saúde e bem-estar.

Foto: iStock e Getty Images

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