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Demanda pelo e-commerce cresce no universo da indústrias

O e-commerce é um modelo de vendas por meio do digital que tem se mostrado indispensável para empresas dos mais diversos portes e segmentos.

Stallin Silva da Stoom. Crédito: divulgação

Quando levamos o contexto para o campo industrial, a urgência é a mesma, considerando os benefícios a serem obtidos por meio do comércio eletrônico, além, claro, do alcance mercadológico, devido à praticidade do sistema.

“Por isso, no momento de contratar uma plataforma voltada à estruturação de um ambiente digitalizado, é preciso colocar à mesa pontos importantes, que influenciarão no desempenho do sistema e sua eficiência junto aos consumidores”, argumenta o CEO da Stoom e Mestre em Ciência da Computação pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), Stallin Silva.

E-commerce industrial tem particularidades

indústria

Devido ao alto nível de complexidade operacional, bem como questões de logística que são naturais à indústria, é esperado que a exigência de companhias do segmento seja maior, demandando a implantação de uma ferramenta robusta, preparada para absorver essas particularidades sem maiores obstáculos.

“É neste quesito que a customização das plataformas de e-commerce ganha destaque, uma vez que, por meio da personalização, é possível obter resultados ainda mais assertivos, atendendo às expectativas das indústrias – um e-commerce que possui esse recurso facilita a integração com a cadeia de vendas B2B, considerando, por exemplo, revendas e distribuidores”, diz Silva.

Isso significa que o setor industrial necessita dessa plataforma para otimizar o seu processo de vendas no que diz respeito às transações com outras empresas, considerando, especialmente, o processo de integração da plataforma.

“Ter a indústria integrada ao e-commerce é uma “porta de entrada” para conseguir resultados ainda melhores, e alguns detalhes técnicos precisam ser considerados neste contexto: é necessário avaliar a capacidade logística para atender às demandas das vendas online, bem como a gestão de estoque e os produtos ofertados ao cliente final, para que o serviço prestado seja assertivo”, ensina Silva.

Logo, em termos de competitividade e planejamento estratégico, as vantagens de se optar por soluções customizadas mostram-se eficazes, sendo uma alternativa totalmente viável, na medida em que acompanham o dinamismo de um mercado aquecido e sujeito a atualizações constantes.

As formas de pagamento e modelos logísticos são únicos neste segmento, até mesmo devido ao alto volume de operações, reforçando a importância de personalizar o e-commerce de acordo com tais particularidades.

O primeiro passo para entrar na era do comércio digital

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Esse movimento do setor industrial para o e-commerce tem caminhado de forma gradual, abrindo espaço para que os provedores de inovação preencham as maiores necessidades apresentadas.

“Inicialmente, é fundamental reconhecer e distinguir o segmento dos demais, para que a transição ao cenário digital ocorra sem gargalos ou falhas operacionais. Outro aspecto que merece atenção é a transformação cultural, afinal, trata-se de uma nova modalidade de vendas”, explica Silva.

O fato é que o e-commerce segue em um alto ritmo de expansão e as indústrias precisam acompanhar as demandas do mercado. Para se ter uma ideia, apenas em janeiro de 2022, as vendas online registraram um crescimento de 20,56% em comparação ao mesmo período do ano passado, segundo dados do MCC-ENET.

Em relação ao faturamento deste segmento, a alta foi de 8,09% em janeiro em relação a dezembro de 2021.

“Para empresas com pouca ou quase nenhuma expertise no universo tecnológico, o cuidado deve ser ainda maior, e vai ao encontro da implantação de uma plataforma customizável, que possa se adequar à realidade operacional demonstrada pelo negócio. Passando desde a logística, com sistemas integrados ao estoque, considerando, também, a presença de um suporte de TI ágil e responsivo, há fatores que vão além do processo de digitalização – e contribuem exponencialmente para a conquista de resultados positivo”, completa Silva.

Estratégias de e-commerce para a indústria

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Ao optar pela contratação de uma plataforma de e-commerce completa, a mudança deixa de ser somente operacional e passa a afetar o plano estratégico da equipe de vendas.

Na área de Marketing, por exemplo, será possível utilizar dados de qualidade para aprimorar campanhas de publicidade, seguindo o intuito de atrair e fidelizar novos clientes – mas se atentando, principalmente, à LPGD (Lei Geral de Proteção de Dados).

“Nesse sentido, quanto ao controle das atividades, o líder, assim como seu time de profissionais, terá uma etapa de tomada de decisão muito mais assertiva, sempre priorizando fins estratégicos, sob o respaldo analítico de tecnologias seguras”, afirma Silva.

Em médio e longo prazo, possibilita-se a condução de um cotidiano de operações eficiente, flexível e com uma margem enxuta para ações equivocadas.

“O e-commerce é um caminho natural e que tende a crescer entre o polo industrial. Sem dúvidas, um dos braços econômicos mais importantes do país não poderia se manter alheio a uma tendência que se justifica na prática, unindo flexibilidade tecnológica e alcance mercadológico em prol de um estágio avançado de expansão comercial”, finaliza Silva.

Fotos: iStock

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