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E-commerce deve faturar R$ 11,8 bilhões no Natal

O comércio eletrônico espera faturar R$ 11,8 bilhões no Natal, segundo expectativa da Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm). De acordo com a entidade, esse montante é 18% superior ao movimentado na mesma data do ano passado.

O tíquete médio será de R$ 310,00 e as categorias de produtos mais procurados serão: Informática, Celulares, Eletrônicos, Moda, Acessórios e Brinquedos, respectivamente.

De acordo com o presidente da entidade, Mauricio Salvador, as datas sazonais vem apresentando resultados positivos em 2019 e o Natal deve seguir o mesmo caminho.

“As previsões reafirmam um bom aquecimento, principalmente no meio digital, que tem cada vez mais frequência de consumidores”, afirma.

Lojas virtuais, como Giuliana Flores, pretendem chegar a 30% de crescimento em relação ao ano anterior nesse período e We Nutz, e-commerce de produtos naturais e saudáveis, deve crescer cerca de 35%.

Internet é principal ferramenta para pesquisa de preço

Mais da metade dos brasileiros (53%) acredita que os valores praticados pelos varejistas subiram neste Natal, de acordo com a pesquisa feita em todas as capitais pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil).

E quando falta dinheiro, uma boa estratégia para o orçamento render e garantir todos os presentes é fazer uma pesquisa de preço.

O mesmo levantamento mostra que esse é um hábito comum para a maioria: 86% dos que vão gastar no Natal pretendem pesquisar preços antes de concluir a compra, contra apenas 6% que não veem importância nisso.

Na busca por comparar as ofertas, a internet se mostra como a principal aliada, já que 80% vão usar sites e aplicativos para essa tarefa.

Quanto aos principais centros de compras, a pesquisa mostra que as lojas de departamento mantiveram a dianteira e são a preferência de 41% dos consumidores, empatadas com as lojas online, que tiveram o mesmo percentual.

Em terceiro lugar ficaram os shopping centers (37%), seguidos dos shopping populares (24%) e das lojas de rua (22%).

De modo geral, considerando os que pretendem realizar compras online, 60% de todos os presentes serão comprados pela internet, um aumento de seis pontos percentuais na comparação com 2018.

Foto: iStock

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