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Ele não acabou: 3 mitos sobre o varejo físico

Durante a pandemia, as vendas do varejo no   e-commerce alavancaram muito rápido.

Somente em 2021 o Brasil atingiu o faturamento recorde de R$161 bilhões, um crescimento de 26,9% em relação ao ano anterior, segundo levantamento da Neotrust.

As facilidades desse formato provocaram uma série de mudanças na forma do varejista se comportar e em como se posicionar para os clientes.

Aqueles que ainda não tinham um comércio eletrônico, tiveram que correr para atender essa nova demanda, enquanto os que já tinham, buscaram formas de melhorar ainda mais esse serviço.

Apesar das diversas facilidades, com o fim da pandemia, o hábito das compras no varejo físico foi retomado, atendendo aos novos hábitos dos consumidores. William Santos, Diretor Comercial da VarejOnline, destaca que o atendimento personalizado é um dos pontos essenciais que atraem esse público.

“Um bom atendimento foi ainda mais apreciado após a pandemia, quando o varejo online cresceu e ganhou destaque. A capacidade de oferecer recomendações específicas com base no histórico de compras e nas preferências de navegação pode ser crucial para o sucesso das vendas”, explica.

3 mitos sobre o varejo físico

Pensando nisso, o especialista reuniu alguns mitos sobre o varejo físico para destacar sua eficiência nos dias de hoje:

1- Lojas físicas não utilizam tecnologia

Metódos de pagamentos varejo

Há uma falsa ideia de que o varejo físico parou no tempo, entretanto, com as tecnologias emergentes, é possível que a experiência de compra presencial seja tão completa e diversa quanto no ambiente digital, ou até mesmo que haja convergência entre canais de compra.

“Para os varejistas físicos, o legal é integrar as vendas e comercializar os produtos em mais de um meio, sempre agregando valor e trazendo novidades aos clientes. O objetivo é oferecer autonomia aos consumidores, que podem comprar na loja e receber em casa, ou comprar em casa e retirar na loja”, diz William.

2- Os millennials e a geração Z preferem compras online

geração z omnichannel varejo

Um estudo realizado pela Kearney mostra que 81% dos consumidores da Geração Z preferem fazer compras em lojas físicas, e 58% ainda complementam dizendo que o momento da compra é importante para se desconectar das redes sociais e do mundo online. Com isso, os varejistas que querem conquistar esse público, devem repensar suas estratégias em todo o ciclo de compra, desde os princípios básicos como formas de pagamento, diversidade de produtos e bom atendimento de vendedores.

3- Preços mais elevados

cashback

Hoje em dia o varejo físico consegue ter um preço competitivo e ainda oferecer vantagens na hora da compra, como o cashback. As empresas podem criar programas de recompensas e incentivos personalizados, premiando a lealdade dos clientes e incentivando a repetição de compras.

“O cashback, por exemplo, pode se tornar um diferencial competitivo. Ao oferecer a possibilidade de acumular créditos, você proporciona uma experiência positiva e atraente. Nesse cenário, é possível traçar uma estratégia de campanhas personalizadas, enviando notificações aos clientes com o valor acumulado e incentivando-os a utilizá-lo em suas próximas visitas.” sugere o Diretor Comercial da VarejOnline.

Foto: iStock

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