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A força do e-commerce: tendências da transformação digital

As vendas pela internet já vinham em uma crescente, mas nos últimos dois anos elas se destacam.

A Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm) mostra os dados de 2021 e eles impressionam: o faturamento do setor ultrapassou R$ 150,8 bilhões, somando mais de 335,2 milhões de pedidos. Para 2022, a expectativa é um aumento de 12%.

Os números do e-commerce refletem de diversas formas.

“Quem antes não tinha uma loja virtual, precisou se adaptar às novas tendências do mercado.Os marketplaces também entraram em ascensão, o que trouxe visibilidade para diversas marcas, ao mesmo passo que criou credibilidade junto ao consumidor, que pode realizar compras”, exemplifica o CEO e fundador da Giuliana Flores, Clóvis Souza.

E-commerce nas PMEs

e-commerce cross border

“A digitalização das micro e pequenas empresas, além dos MEI, foi acelerada pela pandemia. Essa é uma realidade que veio para ficar e, mesmo com a reabertura, a busca por canais digitais continua sendo intensa pelos empreendedores que agora estão com a missão de aliar as vendas virtuais com as presenciais”, comenta o presidente do Sebrae, Carlos Melles.

Os players já inseridos neste mercados embarcaram na tendência para não perder oportunidades.

As lojas já consolidadas puderam aperfeiçoar a segurança e melhor usabilidade do site, instalando filtros, tipos de ordenação, além de ampliar o portfólio de produtos, melhorar a logística de entrega, as embalagens e a experiência do cliente em geral.

Inteligência de dados no e-commerce

 

dados

A questão dos dados também se destaca, afinal eles são insumos valiosos na internet, pois tornam possível o mapeamento de toda a jornada de compra do cliente.

“Quanto mais informação tiver sobre o consumidor, melhor a implementação de ações mais assertivas de captação e retenção por meio das estratégias”, diz Clóvis.

“É um investimento que precisa ser feito, mas que se paga com uma tomada de decisão muito mais estratégica e que, de fato, gera retorno em termos de resultado. Ter inteligência de dados para, por exemplo, entender quem tem mais propensão de comprar da sua empresa, quem tem realmente a dor que o seu negócio resolve, é algo que pode alavancar as vendas e permitir que essa empresa alcance seus objetivos de crescimento de forma mais rápida, inteligente e precisa”, destaca o diretor de inovação e evangelismo da Cortex, Cláudio Bruno,

Foto: iStock

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