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GS1 contribui com Correios para rastreamento em tempo real

As suas próximas vendas ou compras pelos Correios já podem ser monitoradas pela tecnologia de radiofrequência (RFID).

A estatal anunciou, na última segunda-feira, dia 19 de julho, a adoção da tecnologia como uma opção mais eficiente de rastreamento de encomendas.

A GS1 Brasil é parceira dos Correios na tecnologia por RFID, uma vez que ela tem como base o padrão global EPC/RFID.

Como funciona?

O RFID consiste em uma etiqueta (tag) combinada com uma pequena antena que permite que qualquer objeto seja identificado ou rastreado por radiofrequência.

Etiquetas RFID também já são muito utilizadas em serviços de logística.

No hotsite sobre a novidade, a companhia ressalta as suas vantagens:

  • Não é necessário aproximar o código de barras de uma encomenda de um leitor;
  • As tags podem ser lidas dentro de caixas ou pacotes — a leitura tem alcance entre 8 e 10m;
  • É possível capturar dados de forma dinâmica;
  • Várias tags RFID podem ser lidas simultaneamente, em segundos.

FID e rastreamento em tempo real

Para as empresas e o consumidor, a principal vantagem do RFID está na possibilidade de rastreamento em tempo real de entregas.

Com o RFID, vários pacotes podem ser rastreados por vez e de modo automático. Além de agilizar a atualização do status de entrega, a tecnologia deve contribuir para redução dos erros de logística, quando um pacote é enviado para a região incorreta, por exemplo.

RFID já está disponível nos Correios

De acordo com os Correios, o serviço já está disponível para clientes que possuem contrato com a estatal e realizam pré-postagem por meio da integração de webservices.

Nesta fase inicial, os clientes que aderirem ao RFID terão redução de 50% na cobrança da declaração de valor de encomendas (redução de 1% para 0,5% sobre o valor declarado) — nessa modalidade, o cliente declara o valor da mercadoria para obter ressarcimento total em caso de extravio do pacote.

Padrão global da GS1

A GS1 Brasil e os Correios já mantêm relacionamento há mais de dez anos.

Para este projeto de RFID, as organizações começaram a trabalhar juntas em uma cooperação técnica para identificar as principais demandas na área de automação e definir os padrões mais adequados desde o primeiro semestre de 2017.

A estrutura dos dados inseridos nas tags RFID é uma extensão dos Padrões GS1 já́ utilizados amplamente no mundo.

O EPC ou Código Eletrônico do Produto, com a tecnologia da GS1, é o número do código de barras que o produto já dispõe, somado ao número serial, dando assim, a identidade única do item.

Foto: iStock

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