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Pix pode ser o grande protagonista neste fim de ano

Lançado em 2020 para ser uma alternativa às transferências bancárias tradicionais como DOC e TED, o Pix rapidamente se tornou um dos meios de pagamento preferidos da população brasileira.

A ausência de taxas e a instantaneidade apresentada pelo Pix conquistou o consumidor e concedeu novas opções para varejistas.

De acordo com pesquisa da CNDL (Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas) e do SPC Brasil (Serviço de Proteção ao Crédito), cerca de 70% dos brasileiros pagam suas compras utilizando o Pix.

“O Pix é hoje uma das principais alternativas de pagamento do comércio físico ou online. O presente e futuro dos varejistas está diretamente ligado à adoção deste sistema que é amplamente utilizado pelo consumidor brasileiro para realizar suas compras”, comenta Rogério Albuquerque, head de produtos da Card.

Além da possibilidade de reduzir a desistência de compras, o Pix apresenta menores taxas aos varejistas em comparação a outros meios de pagamento, o que possibilita a construção de ofertas customizadas para os clientes e novas oportunidades aos pequenos e microempreendedores.

Pix e suas vantagens

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Rogério explica que a chegada no Pix no varejo foi bem recebida por alguns fatores, que entregam praticidade e economia para os consumidores e varejistas, como:

1 -Disponibilidade e agilidade para o consumidor;
2 – Melhora a experiência do cliente;
3 – Reduz custos operacionais tanto para o varejista como para o consumidor;
4 – Traz mais segurança para todos os envolvidos nas operações financeiras;
5 – Integração com os sistemas PDV, Frente de caixa e ERPs.
6 – Copa do Mundo e fim de ano: pix será agente efetivo do pagamento de  compras durante o período.

Pix neste fim de ano

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O fim de 2022 promete ser mais intenso para varejistas e para o e-commerce brasileiro.

Para suprir a demanda, a CNDL afirma que 37 mil vagas temporárias devem ser abertas para as datas comemorativas de fim de ano somente no estado de São Paulo.

Com o fim de ano se aproximando, o comércio se prepara para “abraçar” as oportunidades.

“Os varejistas podem tanto no online quanto no físico repassar descontos por meio do Pix, e essa é apenas uma das possibilidades existentes dentro deste campo, voltadas para as datas importantes que acontecem neste fim de ano. O Pix pode ser o grande protagonista das vendas em 2022”, conta Rogério.

A praticidade oferecida pelo Pix deve torná-lo nos próximos anos a forma de pagamento definitiva para mais brasileiros, e impulsionar ainda mais as vendas no varejo online e físico.

Digitalização de pagamentos segue avanço com Pix e cartões

Na liderança do ranking de meios de pagamento no e-commerce no Brasil, segue absoluto o crédito, com 98,3% de aceitação. No entanto, a dinâmica dessa oferta tem sofrido grandes transformações no que se refere ao parcelamento sem juros, de acordo com a edição de julho do Estudo de Pagamentos Gmattos.

Em julho/22, 15,3% das lojas ofereciam o parcelamento em 12 vezes sem juros, enquanto a oferta exclusiva de cartões em 1 parcela foi observada também em 15,3% das lojas. Esses perfis não sofreram alteração em relação à medição de maio/22. Nos planos intermediários (entre 2 e 11 vezes), contudo, as mudanças foram sensíveis. Em maio/22, a maior frequência de parcelamento era em 6 vezes (34,5%); em julho/22, passou a ser em 10 vezes sem juros (32,2%), o que revela ainda um processo de acomodação da nova sistemática desse tipo de oferta.

A partir desta edição de julho, o Estudo de Pagamentos Gmattos passa a monitorar também o BNPL (Buy Now, Pay Later), dada a crescente relevância na aceitação dessa forma de parcelamento alternativo, fora das bandeiras e cartões de crédito, operada via bancos de varejo, crediário próprio de lojas ou fintechs que se lançaram com essa proposta de valor. Simultaneamente, o estudo observa a transformação em curso do parcelamento sem e com juros através de cartões de crédito.

Em julho/22, 15,5% das lojas ofereciam algum tipo de parcelamento do tipo BNPL. As ofertas nesse grupo foram através de bancos e crediário próprio (8,5%) e via fintechs (7% dos casos).

A edição de julho do Estudo de Pagamentos Gmattos analisou 59 lojas online de destaque no mercado brasileiro, dos mais diversos segmentos, as quais, juntas, representam 85% do comércio eletrônico do país. A maior parte das observações aconteceu entre os dias 01 e 02 de julho de 2022.

Foto: iStock

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