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Quais os custos para investir no e-commerce?

Setores que antes eram mais comedidos com as vendas online, como fármacos e games, por exemplo, cresceram de forma extraordinária ao longo do ano. E a tendência para 2021 é que se expanda para outros setores do varejo, inclusive com vendas para o exterior.

Os custos do e-commerce em termos práticos

Um dos principais argumentos para abrir uma loja virtual ao invés da física são os custos operacionais básicos, especialmente com instalações. Não é de hoje que surgem cases de sucesso, cujos estoques e a operação como um todo funcionavam em casa, sem perder a qualidade no atendimento e entrega.

Entretanto, as exigências e a evolução do mercado como um todo, especialmente após o Marco Civil da Internet, pedem por ainda mais cautela em sua concepção, e um nível de planejamento que nada difere de uma loja tradicional.

Para abrir um e-commerce, são necessários os seguintes investimentos:

1 – Plataforma de e-commerce;
2 – Estoque e armazenagem;
3 – Sistemas de pagamento e segurança de dados;
4 – Identidade visual.

Além desses pontos, ainda existem os custos formais para abertura de empresa, que variam de acordo com o segmento.

A questão dos marketplaces

Sabendo de todos os custos operacionais para abrir uma loja virtual, muitos dos novos empreendedores dos meios digitais buscam por soluções mais simplificadas no marketplace.

Segundo o relatório Webshoppers, realizado pela Ebit | Nielsen em 2017, a modalidade de e-commerce em questão movimentou R$ 73,4  bilhões com produtos novos e usados. Mesmo grandes redes varejistas, como o Grupo B2W (que engloba Americanas.com, Submarino e Shoptime) e Amazon, possuem suas próprias plataformas de marketplaces, atraindo novos vendedores.

Já este estudo, publicado recentemente pela Rock Content, mostra que 75% dos varejistas que optam ou expandem suas operações online através dos marketplaces têm como principal objetivo aumentar suas vendas, tanto pela popularidade das plataformas, como pelas facilidades burocráticas.

Vantagens de investir em um e-commerce próprio

Ter um espaço próprio, trabalhar preços, produtos e outras ferramentas de forma única, e destacar-se em um mercado cada vez mais concorrido são apenas algumas das vantagens no investimento de um e-commerce.

Os desafios são muitos. Além de pensar em todo o negócio do zero, a transparência da loja é um dos fatores mais visados pelo público. De forma prática, eles precisam de uma experiência que transmita segurança e facilidade desde a entrada no site até a finalização da compra.

Além disso, é fundamental que os gestores tenham uma visão de mercado ampla, atenta às mudanças. Um exemplo recente é o Pix, nova modalidade de pagamento que tem recebido aceitação do público pela facilidade e rapidez nas transferências bancárias, o que para os meios online é contumaz.

Foto: iStock

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