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RFID apoia gestão logística de produtos automotivos da R2A

A R2A do Brasil, empresa que atua na área de injeção plástica e fabrica para-choques automotivos, decidiu apostar na tecnologia de identificação por radiofrequência (RFID) para melhorar a gestão logística e atingir melhores resultados.

A companhia optou por utilizar RFID no padrão global EPC/GS1 para identificar os produtos acabados também por uma demanda do mercado, já que vários revendedores de autopeças já faziam essa solicitação.

A aplicação do RFID aconteceu primeiro na fábrica e, em seguida, no Centro de Distribuição (CD), localizados na mesma planta em Pindamonhangaba (SP).

Os para-choques identificados com etiquetas EPC/RFID recebem, além do GTIN, um número de série único, permitindo o controle individual de cada peça durante todo o processo de produção, armazenagem e expedição.

Esse controle individual permite automatizar e implementar processos de rastreabilidade e controles a cada etapa, desde a saída do produto das máquinas de injeção plástica até a conferência de cada volume embarcado nos caminhões. Além disso, processos de inventário, transferências, trocas e vendas foram beneficiados pela precisão e velocidade que a tecnologia propicia.

A implantação bem-sucedida elevou os níveis de exigência operacional dos times e melhorou as maneiras de controlar e dar visibilidade ao negócio.

O supervisor logístico da R2A, Bruno Izidio, aponta outro benefício da tecnologia. “O sistema ajuda bastante na prevenção de fraudes”, afirma.

A Itag Sistemas e a Prime Interway foram os provedores de tecnologia parceiros da R2A no projeto, vencedor do Prêmio Automação 2019 na categoria EPC/RFID no Setor Automotivo.

“O Prêmio Automação mostrou que a tecnologia é o futuro e que estamos dentro deste futuro”, comemora Izidio.

Assista ao vídeo e conheça mais detalhes do case da R2A

O case da R2A está alinhado a um dos 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), estipulados pela Organização das Nações Unidas (ONU), a ser implementada até 2030. O projeto se enquadra no ODS n° 9, relacionado à Indústria, Inovação e Infraestrutura, que visa construir infraestruturas resilientes, promover a industrialização inclusiva e sustentável, além de fomentar a inovação.

Foto: Marcos Flavio/Orquestra de Imagens

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