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Vendas do e-commerce devem dobrar até 2025, mostra estudo

Quando o usuário tem uma boa experiência, um site rápido, com imagens de alta qualidade e boas avaliações, se sente mais seguro para realizar a compra no e-commerce.

O comércio eletrônico mundial deve crescer 55,3% nos próximos três anos, conforme estimativa do relatório Global Payments Report, divulgado em março pela Worldpay from FIS.

Segundo o levantamento, as vendas do e-commerce no Brasil, por sua vez, devem avançar 95% até 2025.

Em 2021, as vendas digitais aumentaram 48% no país em relação ao no precedente, mesmo diante de fatores como o avanço da vacinação contra Covid-19, o fim do confinamento em todas as UFs (Unidades Federativas) e a reabertura total do comércio, de acordo com o índice MCC-ENET, desenvolvido pela Neotrust | Movimento Compre & Confie, de forma conjunta com o Comitê de Métricas da Camara-e.net (Câmara Brasileira da Economia Digital).

Pandemia acelerou o e-commerce

compras online pós-pandemia

O CEO da MT Soluções, Mateus Toledo, chama a atenção para o fato de que, desde 2020, o e-commerce tem tido uma forte crescente devido aos impactos gerados pandemia de Covid-19.

“Os usuários têm optado, cada dia mais, pela praticidade das compras online. Muitos lojistas, vendo este crescimento, escolheram migrar para a loja virtual”, afirma. A análise do empresário é confirmada por números: segundo balanço da Visa Consulting & Analytics, cerca de 70 mil empresas entraram para o e-commerce desde o início da crise sanitária.

Para Mateus, o motivo do crescimento das empresas virtuais é claro: além da praticidade e conforto, o e-commerce tem trazido novas tecnologias, para melhorar cada vez mais a experiência do usuário.

“Além disso, as campanhas de marketing feitas com planejamento e orientações adequadas ajudam bastante para que os usuários decidam fechar uma compra on-line, ainda mais com os ‘mimos’ que muitas empresas disponibilizam em suas lojas virtuais e nas redes sociais digitais, como cupons de desconto e frete grátis”, diz ele.

Mateus  reforça que esta orientação é fundamental para ajudar a adequar uma equação complexa que busca, no final das contas, não deixar que o lojista se prejudique queimando margem de lucro. Com isso, do outro lado o consumidor final terá de fato uma promoção atrativa e que traga vantagem de verdade.

Em 2020, 70% da população já havia afirmado que pretendia intensificar as compras por meio de sites e aplicativos, segundo estudo realizado pela SBVC (Sociedade Brasileira de Varejo e Consumo).

Foto: iStock

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